Lá vamos nós outra vez…
OK. Esta é a minha segunda tentativa de manter um blog. Talvez eu não tenha mesmo vocação para blogger. O que é até bem positivo. Qualquer meio de manutenção de uma distância segura do “frisson anal da crítica de mp3″ (SÓ, 2007) é sempre bem-vindo – mesmo que seja um sintoma da minha incompetência. Mas, pode acreditar, eu vou me esforçar para manter essa bodega atualizada. Até mesmo porque o processo de atualização disto aqui não exige técnica, tampouco habilidade e, importante, muito menos disciplina e criatividade.
A idéia é desovar na íntegra algumas das entrevistas que tenho feito (previamente publicadas ou não). É claro que eu vou tentar contextualizar a coisa e fazer algum comentário adicional irrelevante. Mas já vou logo avisando: não espere muito.
De qualquer forma, para quem se interessa pelo tipo de fecalito que eu produzo, a coisa pode ser promissora. Por exemplo: esses dias eu, sem querer, banquei a velha surda (Hein? Vitrola?) com o Slash; esta semana ouvi o Ian Mackaye narrando um episódio em que o Leonard Cohen dedica parte de uma apresentação sua para rasgar uma seda altamente felante para o Fugazi. Cê vê, é só bobagem. Mas sempre tem um zé-ruela ou um zé-buceta perdido no mundo interessado por coisas desse naipe. Acredito piamente nisso. Zé-ruelas e zé-bucetas deste mundo, vocês são a força motriz deste blog. Portanto, não se acanhem, vocês são uns megaqueridos.
Tags: Cretinice, Inclusão digital, Vacas frias, Zé-buceta, Zé-ruela
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30/03/2007 at 10:03 PM
Nossa, ficou enorme a entrevista mesmo. Até onde eu li achei bem legal, mas agora eu estou ocupada para terminar de ler… Saudades. Amanhã eu devo estar aí.
19/09/2007 at 10:48 PM
Nossa, finalmente alguém reconheceu nossa importância!
Estou em prantos…
Ainda bem que mamãe falou para eu não me matar.