Posts Tagged ‘Bizz’

Caceta, hein, Michael?

08/07/2009

A morte do sujeito gerou tanto rebuliço que levantou até defunto. Manobrinha esperta da Abril. Quando a Bizz teve seu último fim decretado, em julho de 2007, já havia rumores de que a editora manteria o título para edições especiais como essa aí.
O Brasil ainda deve continuar sem uma publicação especializada em música. Mas [...]

Enchendo linguiça com The Monks

02/07/2009

Fotos: cortesia da banda
Quase recuperado de uma infecção de ouvido brava, estava há pouco cometendo uma imprudência: coloquei para tocar o Black Monk Time, dos obscuros The Monks.
Obscuros… Mentira isso. Hoje com a rede mundial de computadores, a Internet, não há praticamente mais nada obscuro em se tratando de música. O que existe é obscurantismo [...]

Iggy Pop criando porco – uma resenha babaca e auto-reverente

26/06/2009

Há dois anos, eu sugeri a Iggy Pop que talvez fosse melhor ele criar porco. Parece que ele atendeu à sugestão e montou um chiqueiro na França. Les porcs de monsieur Pop podem ser ouvidos roncando em Preliminaires, o novo álbum mezzo manja-rola do, como falam bonito na TV, o-homem-o-mito-o-ícone-a-lenda.
(Nota para o leitor prematuramente indignado: [...]

Interpol – Our Love to Admire: Marmita pós-punk.

07/07/2007

Não sei se vocês sabem, mas a Bizz bateu as botas (de novo). Então estou escoando para cá alguns textos que sairiam na próxima edição. Este é um deles:

Interpol
Our Love to Admire (Capitol)
Nota: 2,5 (de 5)
O Interpol foi uma das primeiras bandas da década a aparecer por aí vendendo marmita requentada de pós-punk e new [...]

“Todo respeito ao poder de cura dos Stooges!” – Entrevista com Mike Watt (Ex-Minutemen, Ex-Firehose, Ex-Porno For Pyros, atual quarto pateta dos Stooges)

04/07/2007

Coitado do Mike Watt. Aceitou um convite irrecusável e passou por uma vergonha quase irreparável. Se você tem aproveitado mal o seu tempo, provavelmente leu na Bizz do mês de abril a minha resenha do último álbum dos Stooges, The Weirdness, e sabe do que estou falando. E se você, como eu, sempre espera um [...]