“Os cabeludos eram como se fossem punks” – João Gordo e o metal mineiro

João Gordo dando calor humano latino a um germânico membro do Exumer

João Gordo dando calor humano a um germânico do Exumer, 1988

No final dos anos 80, era corriqueiro ver Sepultura e Ratos de Porão juntos. Tocando, fazendo projetos paralelos, influenciando-se musicalmente. Contudo, antes disso era um tanto impensável para o vocalista do Ratos, João Gordo, bandear com metaleiros. Para ele, em São Paulo, durante a década de 80,  metaleiro era sinônimo de playboy de óculos espelhados, cabeleira loira e Ford Escort. Quando conheceu a cena metal mineira  ele viu que a coisa não era bem assim.

Em fevereiro de 2006, num intervalo de um ensaio, quando o Ratos de Porão se preparava para gravar o disco Homem Inimigo do Homem, conversei rapidamente com João Gordo. Ele falou sobre como foi esse encontro com o metal de BH, a parceria com o Sepultura e traçou uma paralelo entre o punk e o metal.

Fotos: Vanda Gui e acervo pessoal de Silvio Gomes

Exumer, Ratos, Sepultura, 88

Exumer, Ratos, Sepultura, 88

Como foi seu primeiro contato com o metal mineiro?
Eu já tinha ouvido o Sepultura aqui em São Paulo e achado uma bosta, era aquele Bestial Devastation. Achei muito tosco. Era 1985, a gente era punk, mas já era meio sofisticado, já gostava de metal, gostava de coisa mais sofisticada, um pouco mais técnica. Aquilo era tosco demais.
Eu tinha conhecido uma menina chamada Fabiana Figueiredo – ela é fotógrafa, hoje ela mora em Paris. Ela me ofereceu de arranjar uns shows para gente em BH. O nosso primeiro em BH, no DCE (da UFMG), foi ela quem arrumou.
Quando fui pra lá pra ver como seriam esses shows, calhou de ser na mesma semana do show do Venom e do Exciter, em 1986. E a banda de abertura era o Sepultura. No dia que eu cheguei em BH, eu dei de cara com uma matéria com o Sepultura no jornal Estado de Minas. Na matéria, o Max falava que a melhor banda do Brasil era o Ratos.
Aí pensei: “se o cara da banda que vai abrir o show do Venom diz que a melhor banda do Brasil é a minha, vou colar nesse cara para assistir o show do Venom de graça”. Minha amiga me levou na loja da Cogumelo, fui lá pedir o telefone de alguém do Sepultura. E lá já pintou o Vladmir Korg (N.: vocalista do Chakal e ex-The Mist) dizendo: “pô, o Gordo do Ratos de Porão! Me dá um autógrafo, cara!”. Eu disse: “que autógrafo o quê, cara? Vai tomar no seu cu! Não dou autógrafo, não.” (risos)
Eu tinha uma visão do pessoal do metal daqui de São Paulo: era tudo playboy. Ainda mais para o nosso padrão punk da época. Tipo o Andreas (Kisser): de óculos espelhados, dirigindo um Escort, cabelão loiro… E eu achava que lá em BH os moleques seriam assim também.
Tamanho foi o meu choque quando cheguei na casa do Paulo (N.: Paulo Xisto, Sepultura) e vi aqueles moleques podres, todos rasgados, fedendo, de tênis furado, cheio de prego preso na roupa… E eles tiravam o maior som, era a maior sonzera. A partir daí fiquei amigos dos caras.

Gordo e os Cavalera

Gordo e os Cavalera

Dormi lá na casa do Max e do Igor e conheci a realidade metal do Santa Tereza. A mãe deles hospedando 40 metaleiros fedidos, fazendo paneladas de macarrão… Achei a coisa mais linda do mundo. Gente jogando catarradas no teto, tinha estalactites de catarro no teto da casa. E comecei a ter contato com todas as outras bandas… Foi uma cena bem forte. Aqui em São Paulo tinha uma cena metal forte. Tinha banda boa, tinha Cerbero, Korzus… Mas não era death metal, não era tão podre como em BH.
Bom, mas eu entrei de graça no show do Venom. Lógico que o Bibika tentou me barrar. (risos) Nesse ano de 86, depois do show do Venom, topei com eles num show de Santa Isabel (N.: interior paulista) e voltei pra lá para tocar no show do DCE. Nosso primeiro show em BH e a primeira vez que tocamos para uma platéia só de headbangers. A gente nunca tinha feito isso.  E os cabeludos piravam. Era uma cena metal muito underground. Os cabeludos eram como se fossem punks. O Max e o Igor eram punks, mas eram metal. Já vi na Espanha squat que era composto só por gente do metal, sabe? Os caras gostam de death metal, pentagrama, mas tem essa coisa punk de manter squat, ser mais politizados…

Mas essa coisa de na época os metaleiros mineiros ouvirem punk finlandês não foi um pouco responsabilidade sua e do Ratos de Porão, não?
Ah, nós somos meio que os primeiros a trocarem correspondências com esse povo da Finlândia e receber discos e tal. Mas, assim, eu influenciei bastante o Max e o Igor e eles me influenciaram também. Dá para escutar isso nos discos: o Sepultura cada vez mais desgraceira e os nossos cada vez mais metal.

Aquele que trouxe a boa nova finlandesa

Aquele que trouxe a boa nova finlandesa

Depois de eu ficar amigos dos caras e tal, teve aquele famoso show “crossover”. Primeira vez que teve um show em São Paulo que tocaram banda de metal e banda de hardcore punk. Isso em 87, no Teatro Mambembe. Aí tinha um clima de medo, dos carecas invadirem… Mas foi tudo bem. Foi o primeiro show de punk e metal do Brasil.
Nessa época, 87, 88, 89, eu passei a escutar só metal. Punk rock eu quase não escutava mais. Ouvia Extreme Noise Terror, mas eu gostava mesmo era de Exodus, Slayer, Sepultura.
E comecei a ir mais pra BH, passava uns tempos lá. Era a maior doideira, todo mundo enchendo a cara, era a maior zueira. Eu gostava de BH. Teve uma vez na Savassi que eu saí na mão uns caras, uns punks da época. Quebramos aquele Complexo B inteiro na porrada. Foram uns fortões lá, uns caras metidos a punk, nem sei o que eram.



E as outras bandas de metal de BH?
Olha, eu gostava do Mutilator com o Bibika. Tinha o Holocausto, que era muito tosco, uns brasileirinhos nazistas. Eu ria muito daquilo. As bandas eram radicais demais, era novidade pra mim. O Sarcófago eu sempre achei uma merda.  Hoje em dia eu dou o braço a torcer porque eles foram os primeiros a fazer essas coisas black  metal que tem hoje. Se bobear, se hoje eu escutar o INRI, eu vou gostar. Hoje em dia estou mais acostumado com esse tipo de som. Mas na época achava ridículo os caras pintados, umas roupas com coisa de espingarda, cartucheira… Sei lá.
Gostava do Chakal. O que mais tinha…? Witchhammer, AamonHammer, o Megatrash, do Cabrito eu, gostava… Sextrash eu sempre achei ruim. Aquele disco com aquela mina pelada, muito tosco aquilo…

Ratos, Andreas e Bibika

Ratos, Andreas e Bibika

Bibika e Gordo

Bibika e Gordo

Esse contato com a cena de BH acabou fazendo com que vocês lançassem o disco Cada Dia Mais Sujo e Agressivo (1987) pela Cogumelo.
É. Quando a gente viu que a Cogumelo estava fazendo uma bom trabalho, investindo nas bandas, fazendo umas produções legais… E, principalmente, que as gravações saiam boas lá no estúdio JG, a gente foi lá se ofereceu. A gente tinha já tinha dois discos, já éramos conhecidos e estávamos bem mais metal. O João Eduardo (N.: dono da Cogumelo Records) topou. Quer dizer, a gente não era xatamente metal, era um crossover. Um estilo meio único: a batida era crust, com influências de Exodus e as bandas de Bay Area, era thrash metal, mas era punkão ao mesmo tempo.
E era muito tosco o negócio. Eu escuto esse disco hoje em dia e digo: “nossa!”. Assim, tinha coisas muito legais e coisas muito toscas. Letras toscas, umas coisas muito anacrônicas

E saiu, inclusive, uma versão em inglês desse disco…
Nossa, horrível! Hoje eu não sei falar inglês, imagina naquela época! Era macarrônico aquilo. Foi ideia do João Eduardo. Foi tosco. Imagina os gringos escutando aquilo, que vergonha. Nunca mais escutei esse disco. A gente traduzia as letras para o inglês e ficava completamente fora da métrica da música. Até minha voz muda cantando em inglês. O único disco nosso que foi composto em inglês mesmo é Just Another Crime in… Massacreland. Que também é muito tosco. É tosco, velho, é tosco.

Diz a lenda que em 85 não tinha nada mais extremo em metal do que saía de BH.
Ah, tinha. O próprio Sepultura foi influenciado pelo Massacre, Flórida. Chegava fita demo dessas coisas até os caras. Tinha o vinil pirata de uma tape gravada ao vivo pelo Massacre, é lindo aquilo ali. Aí no meio disso tinha Hellhammer, Celtic Frost, que não era tão podre, mas é que a tosqueira brazuca deixava o negócio ainda mais brutal.

Confira mais dos arquivos do metal mineiro na série Iron Minas aqui

Max Cavalera e um quinto de João Gordo ao fundo

Max Cavalera e um quinto de João Gordo ao fundo

Farra no hotel do Exumer, São Paulo, 88

Farra no hotel do Exumer, São Paulo, 88

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35 pensamentos sobre ““Os cabeludos eram como se fossem punks” – João Gordo e o metal mineiro

  1. Lindo texto cara! Essas suas entrevistas são simplesmente fantásticas, FANTÁSTICAS! Estou esperando ansiosamente as próximas.

  2. Cara parabéns pela entrevista, muito boa mesmo!! Seu blog é foda!
    A partir de hoje tem mais um leitor assíduo.
    Abraço.
    ps. tô com os caras ai de cima, põe em um livro isso daí cara!!

  3. Que maravilha ler essas reportagens sobre o metal brasileiro, o que me deixa mais admirado eh a dificuldade que se tinha no Brasil nos anos 80 (precos de importadores, mercado fechado, tecnologia) e essa galera conseguiu fazer tudo acontecer, isso se chama paixao mesmo e forca de vontade, fazer musica hj em dia eh muito mais facil e acessivel, todos ai sao herois!!

  4. UAU!! excelentes metal punx !!Curti bue!! Elimem parte da minha ignorancia e digam-me k significa as enicias BH!!!??

  5. Ele só cometeu um erro, os caras do Holocausto não são nazistas, veja o documentário ”Ruído das Mina”, onde eles deixam claro que abordam esse tema pra que a humanidade não se esqueça do que o ser humano é capaz.

  6. Mais uma excelente entrevista! Nós do Holocausto sempre nos inspiramos no hardcore paulista e em bandas como Sodom (principal) para realizarmos nossos protestos…quanto ao comentário do Gordo “uns Brasileirinhos nazistas” apenas posso comentar que a ignorância prevalece em algumas mentes…quantas vezes vamos repetir: PQP o Holocausto nunca foi, não é, e nunca será uma banda de nazistas.

  7. As entrevistas são realmente fantásticas. Seria possível elas serem compiladas num livro?? Esse registro da história no metal nacional é mais que bem vindo e merecido!!!

  8. Em tempo: O primeiro show unindo Metal e Punk do Brasil ocorreu em Marechal Hermes, bairro na divisa da Zona Norte e Oeste carioca. com as banda Dorsal Atlântica, Desordeiros do Brasil. Metalmophosse e Patrulha 666. O show foi mencionado em ao menos 3 livros (segue link com foto) e até já falei desse show com o Gordo em 2001 em um show do R.D.P. em Realengo/RJ dividindo palco com o Varukers.

  9. Muito massa a entrevista com o Gordo!!! Tô acompanhando desde o início o Iron Minas!!! Uma volta no tempo!!!

  10. Eu vivi esta época. Era estudante secundarista e membro do Partido Comunista Brasileiro (PCB), ainda na clandestinidade, e organizavamos shows de rock/metal para fazer política com a Juventude. Em 1985 refundamos a UBES (União Brasileira dos Estudantes Segundaristas) e os caras do Metal tocaram la na Faculdade de Medicina da UFMG onde foi o congresso. Tinha uma banda punk dos estudantes do Estadual Central chamada Ataque Epilético que tocava sempre com a gente também. O Paulinho, baixista do Witchhammer, também era do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), e foi o diretor do DCE da UFMG que organizou este show citado pelo João Gordo na entrevista. Não sei se o Gordo se lembra, mas tinha um carinha enchendo o saco perto do palco e o Gordo deu uma escarrrada de uns 2 litros de meleca na cara dele !!!!
    Tenho um projeto de revisitar esta época, porque os movimentos Punks e Metal mais agressivos foram deliberadamente perseguidos e não tiveram nenhum apoio, a não ser a Cogumelo e algumas rádios que desapareceram pouco depois. Uma tese que defendo e vou procurar comprovar é a de que o contexto político criado com o fim da censura e a distensão da Ditadura poderia alavancar a militancia política de esquerda na juventude, represada pela perseguição e alienação nos anos de chumbo. O Punk e o Metal eram mais comuns nos jovens de famílias operárias (o João Gordo foi Torneiro Mecânico!) e as letras eram de contestação política e ideológica, que questionavam tudo, de religião até quem nasceu primeiro, se foi o ovo ou a galinha. Se o movimento Punk e Metal tivesse tido apoio e mídia, as bandas pioneiras teriam ganhado o mundo, como o Sepultura ganhou apesar de tudo contra, e haveria muitas novas bandas.
    Ao contrário, o que se viu na cena do Rock brasileiro foi o apoio a bandas de rock que, independente do estilo, eram formadas por jovens de classe média alta com membros filhos de Deputados (Frejat) Embaixadores (os irmãos Dinho e Ico Ouro Preto), Diretores da Globo (Cazuza) Militares de alta patente (João Barone) e por aí vai. Estes jovens, ainda que sem consciência, contribuíram para “distrair” a juventude com o maciço apoio da mídia, que tocava nas rádios e patrocinava programas de TV e shows grandiosos, enquanto os movimentos Punk e Metal ficaram relegados. Quem não se lembra das histórias de que o Kiss massacravam pintinhos e comiam criancinhas quando vieram ao Brasil em 1982???

    Tempo bom, de juventude combativa na Política, na música e fazia acontecer as coisas. Nada a ver com os coxinhas de hoje… Parabéns pelo Blog!

  11. João Gordo é um filho da puta retardado arrogante e prepotente. Merecia levar uma porrada na boca pra quebrar todos os dentes desse perdedor infeliz.

  12. O Ratos de Porão é uma bosta. A banda mais superestimada do underground. E o João Gordo sempre foi arrogante e prepotente com os fãs do Ratos. O cara está numa arrogância insuportável, se acha o filho da puta. Um gordo orgulhoso e ignorante que só sabe gritar e fazer papel de bobo como sempre. “Some daqui meu”. Dado Dolabella mandou lembrança. ha ha ha

  13. Modo João Gordo de brigar; fazer papel de bobo gritando igual criança: Some daqui meu, some daqui e por aí vai.

  14. João Gordo é um filho da puta!! O sujeito parece um animal, só sabe berrar e gritar com quem discorda dele. Gordo arrombado!!!

  15. O Ratos de Porão é uma banda muito superestimada demais. É um lixo, e os caras não sabem tocar. O Jão é um guitarrista medíocre e limitado. E o João Gordo é um filho da puta e arrogante com os fãs do Ratos. Trata todo mundo mal e é prepotente.

  16. A entrevista foi alguns anos mais vai lá algumas considerações . Primeiro, gostei da entrevista, curto RxDxP desde ” Cada Dia Mais Sujo e Agressivo “, tanto que tenho em LP até hoje, mais ” Brasil “, um de seus melhores registros . Quem diz ai que João Gordo é porra louca, babacão, etc deveria rever algumas “coisitas” . Não, João não é santo, e nunca será, porém, ao contrário do que muitos pensam, João Gordo, por debaixo daquele ar de ” gordo escroto ” é uma pessoa também inteligente ( ainda que por vezes também oportunista ), tanto assim que atualmente está até hoje na mídia, seja em programas próprios no You Tube ou mesmo convidado em programas de TV aberta . Evoluiu e muito no seu jeito de pensar e ver a vida, se livrou de uma enfiada com as drogas, não é mais um sujo e imundo mas um sério pai de família, aliado a sua banda, tão importante qto Sepultura sim, apenas diferentes . RxDxPx está há mais de três décadas no cenário, pouco se fodendo para a mídia mas firme e forte, com muita dignidade e com admiradores aqui e no exterior . Álbuns como ” Brasil ” ou mesmo ” Anarkophobia ” ( O mais thrash de todos e o mais bem produzido de sua carreira, na minha opinião, com algumas faixas que viraram verdadeiros clássicos …. ) se colocarmos para tocar hoje mostram-se atualizados mesmo depois de tantos anos de seu lançamento, seja no som ou mesmo na questão de suas letras e temática, sempre ácidas contra o sistema, a política, a religião … Infelizmente Gordo e Max se desentenderam por razões um tanto encobertas (João gordo, em uma entrevista, diz que um dos motivos de todo o mal entendido foi pela musica ” Reza “, em Against, gravado com a banda Sepultura pós saída de Max, quando o mesmo teria entendido ser um deboche contra ele devido suas crenças religiosas, vai saber !) . Mas João Gordo, em entrevista, também dá suas bolas fora : Holocausto ( uma banda que tenho maior respeito, desde sua primeira coletânea, a Warfare Noise, juntamente com Sarcófago, Mutilator e Chakal) nunca foi uma banda de cunho nazista, aqui mesmo nos comentários um de seus integrantes enfatiza com propriedade isto . É a preguiça de certas pessoas de irem a fundo, buscar informações a respeito de uma determinada banda e não somente se influenciar pelo ” visual “, ainda que irracional, de uma suástica usada naquela época . Alias até mesmo Igor Cavelera usava no início do Sepultura em algumas de suas camisetas, pesquisem no Google Images e verão . A respeito da banda Sextrash, uma das mais respeitadas no cenário death metal nacional nos anos 90′, lançaram 02 ótimos registros ainda naquela década’, e em 2003 um terceiro, com outro vocalista ( Oswald morreu num acidente automobilístico), também necessário frisar que no primeiro registro foi DD Crazy o responsável pelas baquetas, um dos bateras mais bem preparados da época no cenário death, não a toa sendo precursor da chamada ” metranca “, mais tarde derivado Blast Beats (padrão rítmico de bateria que faz uso de baquetadas rápidas alternadas ou coincidentes) e responsável por um dos maiores clássicos do Black Metal, INRI, da banda de Minas Sarcófago, este mesmo que hoje João Gordo diz que se ouvir é até provável que goste !. Vai entender …..

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