“Mexer com metal nos anos 80 era um negócio maldito”, entrevista com João Eduardo de Faria da Cogumelo Records

Na história recente da música ocidental, toda cena ou movimento proeminente, para florescer, contou com a somatória de músicos talentosos (ou pelo menos peculiares) e gente disposta a dar suporte para registrar e distribuir o material desses grupos. Do country ao punk rock, a coisa sempre foi assim.

No metal mineiro da década de 80, quem tornou a coisa fonograficamente possível foi a Cogumelo. Fundada em 1980 como uma loja de discos de rock, passou a ser também uma gravadora quando seus proprietários João Eduardo de Faria Filho e Creusa Pereira de Faria, a Paty, resolveram ampliar o negócio em 1985. Perceberam como o número de bandas e interessados em metal crescia em BH e decidiram lançar um disco que registrasse aquela cena. Lançaram o split LP das bandas Overdose e Sepultura pela Cogumelo Produções, que mais tarde viraria Cogumelo Records.

A coisa deu certo e, a partir daí, a Cogumelo passou a lançar praticamente todas as bandas de metal de BH e construiu um respeitável legado. Hoje, conta com mais de 150 lançamentos em seu catálogo. Das seminais bandas mineiras, passando por discos dos Ratos de Porão e Pato Fu, até a nova geração metal de Belo Horizonte.

Há quem diga que, na BH dos anos 80, se você sobrevoasse a avenida Augusto Lima entre as ruas Rio de Janeiro e Espírito Santo, veria uma mancha preta enorme. Eram os metaleiros se aglomerando ao redor da loja da Cogumelo.

Em 2005, falei com o proprietário João Eduardo, que contou um pouco como foram os primeiros anos da Cogumelo.

cogumelo-records
A Cogumelo como loja de disco existe desde 1980. Como eram as coisas nessa época?
Quando a loja foi fundada, em 1980, inicialmente era na Avenida Augusto de Lima, 399, esquina com a Rio de Janeiro. Era uma loja de rock comum. Ela mudou desse endereço em 1998. A gente tem 25 anos de loja e 20 de selo (N.: Lembrando que esta entrevista foi feita em 2005. Logo, são 34 anos de loja e 29 de selo). A gente sempre teve aqui em Minas Gerais uma visibilidade boa, não temos uma boa visibilidade normalmente em São Paulo e Rio de Janeiro… No Rio de Janeiro nem existe heavy metal, nos anos 80 tinha o Dorsal Atlântica, tinha o Taurus, o Azul Limão… Foi uma cena até boa. O problema do Rio é que a mentalidade  é um pouco diferente. Mentalidade daqui é mais de cena metal mesmo. Sempre teve essa cena. Ela pode ter passado por várias fases, mas o lance do metal sempre foi muito forte. Tanto é que a gravadora está em atividade este período todo, sempre lançando trabalhos de heavy metal, hardcore… Teve uma época que a gente se voltou um pouco para o pop, nos anos 90, quando lançamos Pato Fu, Defalla, Tianastácia… Mas depois a gente saiu fora disso porque hoje em dia para lançar esse tipo de som você precisa de muita grana: tem que pagar jabá pra caralho, tem que pagar muito anúncio. E realmente a gente não tem essa estrutura hoje para bancar isso.

E imagino que isso tenha sido um sintoma da época…
É, entrou aquela babaquice de grunge. As únicas coisas que se salvavam daquilo era Nirvana, Soundgarden e Mudhoney. O resto é merda, entendeu? O grande problema foi isso. Isso enfraqueceu a cena metal. Inclusive nos Estados Unidos. Enquanto durou essa coisa do grunge, o heavy metal teve as suas pernas quebradas. Só bem no final da década de 90 que as coisas começam a voltar. Agora, há coisa de mais ou menos seis ou sete anos, o metal está voltando com muita força – tanto na Europa quanto nos Estados Unidos. E acho que quando as pessoas falam em retorno dos anos 80 elas estão equivocadas. É o retorno da base do heavy metal mesmo.Tanto é que as bandas de maior expressividade que voltaram são da década de 70: Black Sabbath, Iron Maiden, Judas Priest, Motorhead… Então, se as bandas dos anos 80 estão voltando, estão voltando num nicho de mercado de redescoberta. Tanto o pessoal das antigas está ouvindo essa bandas quanto a meninada nova.

João Eduardo (ao centro) na gravação do Morbid VIsions, em São Paulo

João Eduardo (ao centro) com Bibika e Jairo Guedz na gravação do Morbid Visions, em São Paulo

Vamos tentar traçar uma cronologia. Em 1980 começa a loja, como era o cenário metal naquele tempo?
O lance do heavy metal no Brasil começou a pegar mesmo em 84. Em 1985, pegou força por causa do Rock in Rio, que foi quando realmente esse lance todo foi impulsionado. A gente já estava percebendo essa movimentação como loja… Quem abriu a loja mesmo foi a Paty, minha mulher, na época eu nem cogitava trabalhar nessa área. E essa coisa do heavy metal, que foi amplificada com o Rock in Rio, chamou muita a nossa atenção. A gente sempre gostou muito de rock, tínhamos uma loja de discos de rock e vimos que  o metal era um nicho de mercado muito forte. Então a gente procurou fazer uma sintonia com São Paulo, onde isso tudo também estava pegando muito forte e tinha a loja Woodstock, a Galeria do Rock, tinha a Devil Discos, a Rock Brigade estava começando também…

Quando nós fomos ver essa coisa do heavy metal percebemos que aqui em BH tinha uma cena de bandas. Tinha boas bandas, já fazendo show e tal. Mas era uma meninada muito nova, molecada mesmo. A gente pegou essa molecada e deu suporte e estrutura. A gente teve aqui em Belo Horizonte uma conjunção de fatores muito importante: o talento dessa meninada, a estrutura do selo Cogumelo e o primeiro estúdio na época com tecnologia e condições para dar qualidade para os trabalhos das bandas, que era o JG. Tanto é que os discos que a gente fez nessa época são considerados no mesmo nível que, por exemplo, um Kreator que gravava lá fora, um Sodom, Destruction… As bandas daqui, na sonoridade, elas estavam de igual para igual com as bandas do exterior. E a meninada de cá estava em contato com a meninada de lá.

O Sepultura, o Sarcófago e outros falavam com as outras bandas por meio de carta, trocavam fanzine, demo tape. Eles estavam em contato com o Death, com o Kreator, com o Sodom… Existia uma troca de informação muito grande. É até difícil de falar se houve uma banda pioneira, porque havia essa grande troca de informação e as bandas se espelhavam umas nas outras. Se  você pega a sonoridade do Destruction, do Sodom, Kreator e do Death e compara com as bandas daqui, você vai ver muitas similaridades, tanto em temas quanto em estrutura musical. É death, é o thrash metal, é o black metal… Então, as bandas se beneficiaram com essa estrutura e a Cogumelo não teria ido tão longe sem essas bandas e o acesso a um estúdio de primeira. Foi o momento certo, com as bandas certas e com a gente do lado dando suporte. Se não fosse isso, não teria nada.

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Quando é que a coisa começou a ter cara de cena?
Mais ou menos na época do primeiro Metal BH (N.: Primeiro festival de bandas de heavy metal de Belo Horizonte, realizado em março de 1985)… Um pouco antes disso a gente já estava notando que tinha algo próximo de uma cena. O negócio é que a gente tinha o Vladmir (N.: Vladmir Korg, vocalista do Chakal) trabalhando na loja. O Vladmir – e a Patty também – sempre teve muito contato com a molecada. Mesmo porque eles trabalhavam na loja direto. Por conta disso, a gente pensou em fazer aquele primeiro split com as duas bandas que estivessem com um trabalho pronto para lançar. Era o Overdose e o Sepultura. Na época do split, o Sepultura era muito cru e o Overdose era muito mais técnico, mas trabalhado e tudo mais. O Vladmir sempre fez lobby pelo Sepultura. Era muito próximo do pessoal. Ele acompanhava as gravações, ajudava a traduzir, a fazer letras… Ele sempre teve um carinho especial pelo Sepultura e isso fez a gente ter uma atenção especial pelo Sepultura.

Mas já tinham outras bandas bem ativas, que depois fariam parte do Warfare Noise: Chakal, Holocausto, Multilator e a principal delas que estourou mundialmente, que é o Sarcófago. Hoje eu considero, dentro do selo, a banda mais bem sucedida. É uma banda cult que até hoje é referência mundial do metal. Influenciou tanto o estilo quanto no comportamento, letras, atitude, visual… Tem bandas gringas em tudo quanto é lado na Europa, principalmente na Noruega, que copiam descaradamente o Sarcófago… Bom, então, 1985 seria o ano que a coisa tomou forma mesmo.

Em março de 1986, a gente fez um mega show de lançamento do disco do Sepultura com o Overdose no Ginástico. A partir daí também passamos a produzir eventos. Esse show aí, o nosso primeiro, foi enorme, com quase 2000 pessoas. Foi Sepultura, Overdose, Mutilator e Dorsal Atlântica. Foi o show que teve a cruz pegando fogo… Então, 85 e 86 foram marcantes, foi quando a coisa do metal estourou mesmo. E foi quando também o pessoal fora de BH começou a prestar atenção na cidade. Em 1987, tudo isso foi consolidado mesmo: praticamente todas as bandas do selo já tinham seu próprio LP, estava saindo o terceiro do Sepultura, o Schizophrenia, com o Andreas já morando em BH – o Jairo foi tocar numa banda farofa, meio pouser, meio Montley Crue… E a banda nessa época já estava caminhando para o thrash metal, começou com death metal e já nesse tempo estava bastante influenciado pelas bandas da Bay Area, aquela coisa toda.
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O trem era muito dinâmico na época. Quando nós lançamos o Warfare Noise I as demais bandas já estavam num esquema forte de tocar com frequência, de levar a sério, de tocar em outros estados. Então, voltando ao início…  o que a gente fez? Colocamos o Sepultura e Overdose nas costas e, como a gente já tinha contato com bandas e produtores em outros estados, colocamos essas duas bandas para tocar em tudo quanto é canto no Rio e São Paulo. Isso fez a coisa do metal mineiro expandir ainda mais. Até então ninguém conhecia. Tinha lojista no Rio e São Paulo que me via com os discos debaixo do braço e ficava rindo: “pô, cara, que ridículo. Uma banda que chama Sepultura e outra que chama Overdose? Isso não vai dar em nada”.

E na linha das bandas de Belo Horizonte não existia nada igual. Claro que tinha o Vulcano, de Santos, e o Dorsal Atlântica, do Rio, mas não tiveram a mesma repercussão. Mesmo aqui em BH, tinha o Mutilator, por exemplo… O Mutilator, pra mim, era uma banda que teria tanto sucesso quanto o Sepultura, porque eles eram muito bons mesmo. Uma banda com um som muito bem feito, com produção, com visual, mas… O próprio Sarcófago a gente pensou que ficaria ainda maior: uma época a gente licenciou os caras pela Music for Nations e eles excursionaram pela Europa.

O Sepultura deu muita sorte porque caíram num selo que estava nascendo, a Roadrunner. A Roadrunner tinha Mercyful Fate e alguma outra banda na época, mas o caso é que eles estavam fundando a filial deles nos Estados Unidos, que era a Roadracer. E uma das primeiras bandas com quem a Roadracer assinou foi o Sepultura. Vestiram a camisa do Sepultura e o Sepultura praticamente fez a Roadrunner. Porque, se você reparar, praticamente todas as bandas da Roadrunner tinham a cara do Sepultura. Mas nem podemos tirar o mérito da Roadrunner porque eles sempre foram muito dinâmicos, sempre atenados nas tendências. Então, o Sepultura deu muita sorte de ter aproveitado essa chance, de ter uma parceria forte com uma gravadora forte que sempre acreditou neles.

Com o Warfare Noise I, o Brasil e o mundo – de certa forma – passou a prestar mais atenção em BH. As bandas estavam num nível musical muito bom. Claro que, do ponto vista de organização, era fraco. A maioria das bandas aqui nunca tiveram essa visão de empresário que deveriam ter tido. Uma das primeiras bandas que tiveram essa visão foi o Sepultura.

Immortal Force - Capa
Essas bandas que saíram no primeiro Warfare Noise eram bandas que viviam dentro da nossa loja. Eram bandas que nós conhecíamos dos festivais, conhecíamos as demo tapes, vendíamos essas fitas dentro da loja… A gente tinha uma noção das bandas que vendiam mais demo tapes. Então, a orientação para o Warfare Noise I era: “quais são as bandas mais importantes que merecem entrar numa coletânea dessas?” E o seu lançamento foi um pouco surpreendente. O lançamento do Morbid Visions, do Sepultura, e do Warfare Noise chamou muita atenção. Na época, a não ser na Alemanha ou nos Estados Unidos, não havia tantas bandas metal com aquele potencial todo em nenhum outro lugar. O Overdose não entrou nisso nessa época. Porque como era uma banda com outro tipo estrutura, ao contrário do Sepultura que fechou o Morbid Visions imediatamente com a gente, o Overdose foi procurar outros selos para lançar seu material.

No ano seguinte, 1987, a gente começou a trabalhar os discos individuais de cada banda por causa da procura pelo Warfare Noise. Tudo mundo estava perguntando pelos discos das bandas. E essas bandas tinham potencial para gravar LPs. Então, na sequência, lançamos Holocausto, Mutilator, Sarcófago e o Chakal. O disco do Sepultura só saiu no finalzinho do ano. Isso já é o Schizophrenia, no final de 1987.

O Schizophrenia, na época, foi disco que a Cogumelo mais investiu dinheiro. Tanto em gravação quanto na produção gráfica. Foi o primeiro disco capa dupla do selo. E a banda já estava tocando no Brasil todo. Eles já tinham aberto para o Venom aqui em BH, já estavam em bastante exposição. Foi quando os gringos cresceram mesmo os olhos no Sepultura.

Mas, enfim, dá para dizer que o ápice da cena metal em BH se deu entre 1986 e 1989. Era um trem de louco a quantidade de bandas que tinha em 89. Foi quando a gente estava lançando o Warfare Noise II, com Witchhammer, Aamonhammer, Megathrash e Mayhem. Mas o Warfare Noise II já não teve tanto impacto.
Capa - Frente
E era complicado. Mexer com heavy metal nos anos 80 era um negócio maldito. Até a promulgação da constituição a gente tinha que ir na Polícia Federal para ter a letras dos discos aprovadas. Acontecia do pessoal pegar os discos e fazer a gente modificar as letras. Todos os discos até 1988 tiveram que passar pela mão da censura. O Sextrash nessa época não sairia! Nem pensar! (risos) E a gente tinha que traduzir as letras para eles, tinha levar uma cópia em português e outra em inglês. Nem gente que falava inglês lá na polícia eles tinham. Então, a gente sempre traduzia de um jeito mais suave para que passasse. E passava. Porque eles não entendiam nada mesmo.

Sobre direitos autorais, a Cogumelo ainda tem direitos sobre os discos do Sepultura, por exemplo?
Sim, dos primeiros trabalhos, o Bestial Devastation, Morbid Visions e o Schizophrenia. Inclusive, prestamos contas das vendas  para o músicos. Mas tiveram algumas reedições que saíram pela Roadrunner cujas licenças foram cedidas. A Roadrunner quando assinou com o Sepultura teve visão até nisso. Quando eles viram que a coisa estava crescendo, eles entraram em contato comigo, fechamos um contrato e licenciamos os discos. Nós procuramos ser sempre transparentes com relação a isso. Se algum músico tem algum problema, acha que não recebeu o que era devido, é só nos procurar.

Muitas vezes já aconteceu de uns caras chegarem até mim e falarem: “João, quero receber isso e aquilo”. E eu digo: “não, você não pode receber, não. Eu assinei contrato com quatro pessoas. Assinei com a banda inteira. Então, eu devo para quatro pessoas e seus herdeiros”. E acontece de um cara vir aqui e querer receber os direitos dos outros: “ah, mas esse fulano morreu, esse cara se envolveu com crack e morreu, pode pagar pra mim”. E eu paguei. E deu confusão. Depois as pessoas aparecem e perguntam indignadas: “pô, mas você pagou para o outro cara?”. Então esse cuidado como administrador de direitos intelectuais a gente tem bastante. Somos transparentes aqui na Cogumelo. Se o cara não está satisfeito, pode nos procurar que  a gente presta conta.

Confira mais dos arquivos do metal mineiro na série Iron Minas aqui

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10 pensamentos sobre ““Mexer com metal nos anos 80 era um negócio maldito”, entrevista com João Eduardo de Faria da Cogumelo Records

  1. Se hoje o Metal brasileiro é reconhecido lá fora, inclusive sendo mencionado na Wikipedia (procurem sobre thrash metal na wikipedia de outros Países e verão um texto falando sobre o Thrash Brasileiro, principalmente o Mineiro), agradeça à Cogumelo Records! O Sepultura chegou a ter status de Banda Grande lá fora e é reconhecida nos 4 cantos do Mundo. O Sarcófago é considerada Banda “Cult” entre os fans e Bandas de Black Metal do Mundo todo, tendo suas músicas regravadas por Bandas famosas no estilo tais como Impaled Nazarene, Beherit e Satyricon. O Overdose quase estourou lá fora também, inclusive lançou seus últimos discos só no mercado de fora.

    Hoje temos o Krisiun figurando no cenário mundial, nosso maior representante atual. Temos o Soufly também, muito reconhecido mundo afora pelo seu som groove metal, e o próprio Sepultura que parece que voltou a deslanchar. Mais uma vez, agradeça à Cogumelo Records de BH por ter iniciado os trabalhos, confiado nessas Bandas, sem o Selo, seria muito difícil bandas como o Krisiun por exemplo conseguir despontar num mercado externo.

  2. Mas uma vez ótima entrevista Sávio. Dessa vez com o João da Cogumelo Records. Estou acompanhando todas as partes dessa história da cena mineira de Heavy Metal.

  3. pra mim o IMMORTAL FORCE do MUTILATOR, é a suprema obra prima do metal extremo brasileiro, aquilo é muiot odioso, brutal e nervoso, riffs de death/thrash metal com bateria que quase um blast beats, eu gosto do vocal nesse album que é na linha do PLEASURE TO KILL do KREATOR. alias, eu consigo pegar muito mais sentimento de ódio no MUTILATOR do que no SARCOFAGO.

  4. Excelente matéria! O Metal mineiro é um dos mais importantes de todos os tempos, sem sombra alguma de dúvidas. Temos e tivemos bandas formidáveis, além do que, materiais da Cogumelo (CD’s, LP’s…) hoje em dia são peças raras de colecionador, verdadeiras moscas brancas! Lá fora o pessoal paga fortunas pelos maravilhosos registros do selo.

  5. Nossa, cara!!! Fui lá trás e voltei!!! Vivia comprando discos na Cogumelo da Augusto de Lima. Não gostava muito de ir à loja da galeria da C&A, na Rua Rio de janeiro….Comprava discos, bottons, anéis, camisas e aquelas estampas de costurar nos coletes jeans….parabéns pela matéria…

  6. Que filho da puta mentiroso , eu nunca recebi um único centavo pela minha obra no Mutilator , quase dei porrada neste idiota quando fui lá questionar o não pagamento de mais de 30 anos de lançamento do Imortal Force e esse crápula disse que não me devia nada , tem de ser dito , este vagabundo explora as bandas todo esse tempo sem ter pagado um mísero centavo a grande maioria dessas bandas , pau no cú desses filhos da puta e se quiserem vir me olhar no olho e só agendar …

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